Música para os nossos ouvidos.

Andy Dufresne, esse filósofo criado pela pena de Stephen King, e incarnado por Tim Robbins na obra-prima de Frank Darabont, foi generoso em pensamentos. Especialmente, daqueles que induzem à reflexão. Versou e dissertou sobre os mais diversos temas. Religião, ética, racionalismo e contabilidade foram apenas algumas das áreas sobre as quais se debruçou. Em relação à música, não disse muito. No entanto, o que disse foi no ponto. “That's the beauty of music. They can't get that from you... Haven't you ever felt that way about music?”.
Em As Virgens Suicidas (1999), Sofia Coppola mostrou-nos que, mesmo em casos extremos, quando parece que arrancaram a beleza da música das nossas mãos, existe um telefone, e um grupo de miúdos dispostos a devolver-nos um outro mundo. Roubar esta cena ao filme, é retirar-lhe mais de metade da magia. Contudo, mesmo assim, ela é tanta, que vale a pena.
Bruno Ramos
Etiquetas: As Virgens Suicidas



5 Comments:
Gostei muito deste post. Primeiro, porque falaram do Grande Andy, personagem de um filme que adoro, que ja vi pelo menos 5 vezes e que me faz reflectir, sonhar, posicionar-me na pele das personagens. Por outro lado, Virgens Suicidas marcou-me de uma maneira muito forte, e essa parte que passaram é excepcional!!! No entanto, gostaria que me dissessem quando vai sair a proxima premiere... hoje já é dia 3... Acho que deviam começar a pensar em fazer uma antecipação. É muito chato para quem compra sempre estar nesta ansiedade.
Obrigada.
vi as virgens suicidas para aí ha coisa de um mes, pela primeira vez. bem sei que era uma grande falha minha, mas já está colmatada- tudo isto para dizer que o filme é, numa palavra, comovente. e esse momento da musica pelo telefone, é no minimo tocante. Andei dias a fio a ouvir a musica Playground Love.
Gente, a Premiere acabou! Foi o que disseram no Quiosque do Norteshopping!
Brilhante estreia de Sofia Coppola, sem dúvida.
Sim é verdade...a Premiere acabou
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