Deuxieme


quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Os riscos de Up.

Quando a refeição é bem cozinhada, e servida à grande e à francesa, a melhor coisa a fazer é continuar sentado à mesa, um bom bocado. A degustar. A pensar, não só como podemos ser alarves quando queremos, mas como o repasto estava mesmo al dente. Quanto melhor a paparoca, maior o tempo que permanecemos à mesa depois de fechar a loja. Até porque a Gravidade é fatal como o destino, e as pernas sempre sentem mais o peso da barriga. E, quanto mais merendamos, menos fome temos para a refeição seguinte. Isto tudo para dizer que Wall-E foi um verdadeiro manjar dos Deuses. Um pitéu requintado e saboroso como tudo. Obra apenas ao alcance de um chef dotado como Ratatui. Esta foi uma refeição que saciou todo e qualquer apetite, e tornou a vida difícil para os apetites que lhe seguirem. No fundo, pretendemos apenas dizer com isto que não estamos assim tão seguros que seja boa ideia a Pixar atirar-nos já com outro filme. Por muito apelativas que as primeiras imagens de Up pareçam, ainda não estamos assim com tanta larica. Mas, felizmente, nem todos pensamos da mesma maneira. Anthony Breznican, do USA Today está que nem pode para ver a obra de Pete Docter (Monsters Inc.). Seguindo a orientação do nome, não tem qualquer problema em elevar a fasquia. Com a ressalva de que o filme avança para terrenos desconhecidos. E, direito ainda a uma pequena comparação a Gran Torino.

Instead of Clint Eastwood clashing with street gangs, the old-timer in this story (voiced by Ed Asner) decides to get off his own lawn, tying thousands of balloons to his little wooden house to float away from his troubles.

Up opens May 29, and early footage reveals a gamble from the makers of Cars and Toy Story: a plunge into tearjerker territory. The first third of the movie establishes the main character, Carl, as a lost and angry soul after a happy, mostly quiet life with his childhood sweetheart, Ellie.

The montage of their marriage touches on themes rarely seen in bedtime storybooks: romance, financial hardship, a lost pregnancy, loneliness and the blink-of-an-eye passage from childhood to wrinkles”.

Da história, sabemos que a personagem de Carl pega em inúmeros balões, para desprender a sua casa do solo, e fazer a viagem que sempre quis. Breznican transporta essa fantasia para as suas expectativas, e lança o próximo filme da Pixar para a estratosfera. Por aqui, ainda estamos algo empanturrados. Um segundo trailer pode ser o digestivo que falta.

Bruno Ramos

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