Deuxieme


domingo, janeiro 27, 2008

Coen vencem Directors Guild.

Os irmãos Coen marcam pontos na corrida ao Oscar de Melhor Realizador, agora que venceram o Directors Guild Award (DGA). Ethan e Joel Coen tornam-se na segunda dupla de realizadores a vencer este prémio depois de Robert Wise e Jerome Robbins terem ganho por West Side Story, em 1961.

Este galardão é tão mais importante pela enorme concordância que tem mantido com o vencedor dos prémios da Academia. Atribuídos desde 1948, apenas por seis vezes, estes não corresponderam ao vencedor para o Oscar de Melhor Realizador:

1968 – Antonhy Harver (The Lion in Winter) - DGA, Carol Reed (Oliver) – Oscar;
1972 – Francis Ford Coppola (O Padrinho) – DGA, Bob Fosse (Cabaret) – Oscar;
1985 – Steven Spielberg (A Cor Púrpura) – DGA, Sydney Pollack (África Minha) – Oscar;
1995 – Ron Howard (Appolo 13) – DGA, Mel Gibson (Braveheart) – Oscar;
2000 – Ang Lee (O Tigre e O Dragão) – DGA, Steven Soderbergh (Traffic) – Oscar;
2002 – Rob Marshall (Chicago) – DGA, Roman Polanski (O Pianista) – Oscar.

Aqui fica o podcast para o discurso dos vencedores que, quer se queira quer não, assumem-se, para já, como os grandes favoritos.

Na categoria de Melhor Fotografia, apesar de não existir tanta consonância entre os prémios anuais da American Society of Cinematographers (ASC) e os Óscares, convém sempre destacar a vitória de Robert Elswit, pelo seu trabalho em Haverá Sangue. Em vinte e dois anos, apenas por sete vezes houve correspondência. No entanto, há um dado curioso. Sempre que um título que está nomeado para o Oscar de Melhor Filme vence o ASC e o Oscar de Melhor Fotografia, acaba por arrebatar o principal galardão. Isso aconteceu com Danças com Lobos (1990), Braveheat (1995), O Paciente Inglês (1996), Titanic (1997), e Beleza Americana (1999). Assim, se a meio da cerimónia virmos o Oscar ir parar às mãos de Elswit, bem que poderemos ir a uma casa de apostas por tudo em Haverá Sangue. Caso contrário, faz-se História.

Alvy Singer

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2 Comments:

Blogger João Bizarro said...

Adoro estes tipos (os Coen)!

Apesar de não ter desgostado dos 2 últimos filmes deles, estes não eram filmes "à Coen". E por isso é com enorme satisfação que os vejo regressar ao seu nível de génios da 7ª arte!

27 de janeiro de 2008 às 21:05  
Blogger meldevespas said...

Este !No Country..." é um filme daqueles de mão cheia!
Um filme mesmo "à Coen", como diz o João Bizarro, maravilhoso, onde não se perde um pormenor, tudo filmado com uma cadência que nos deixa com "os cabelos em pé", do principio ao fim. E depois há a cor, o ambiente conseguido, e as interpretações, e por falar em interpretações, porque será que o Javier Bardem está na corrida para Melhor Secundário? É q poderia estar para Melhor actor!

28 de janeiro de 2008 às 11:48  

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