Deuxieme


sexta-feira, julho 24, 2009

My One and Only - Trailer.

Por mais voltas que o mundo dê, Renée Zellweger terá até ao fim dos dias um lugar especial na nossa cinefilia. Com opções de carreira bem mais felizes do que outras, a verdade é que Miss Jones sempre foi sinónimo de tempo bem passado. Existe aqui uma empatia mútua difícil de negar. Zellweger gosta de fazer filmes. Nós gostamos dos filmes que Zellweger faz. Alguns, lá está, bem mais do que outros. Contudo, no final, o visionamento de um trabalho da actriz revela-se, invariavelmente, assaz satisfatório. É como um pacote de amendoins. Vai sempre bem. E, este My One and Only parece bem encaminhado para abrilhantar um pouco mais o currículo de Zellweger. O filme saiu do Festival de Berlim de mãos vazias, mas com uma bagagem cheia de boas criticas. Destaque-se, talvez, a do Hollywood Reporter.

Bottom Line: A smart, cheerful comedy...Arriving not a moment too soon, the light, effervescent My One and Only has brightened up Berlinale Competition screenings...general audiences should embrace this most amusing film...Richard Loncraine's movie is very much built for the mainstream but its wit and style probably will connect best with audiences over 25...Peter's lightning-fast script and Loncraine's steady direction steer this road picture to the sunny side of the street”.

Realizado por Richard Loncraine, cineasta que já passou por projectos tão diversos como Wimbledon (2004) e Band of Brothers (2001) – onde realizou um dos episódios da mini-série –, o filme (baseado na história de vida da mãe de George Hamilton – O Padrinho III) conta-nos as peripécias de Ann Devereaux (Zellweger), mais uma April Wheeler no mundo. Em 1953, ao apanhar o marido (Kevin Bacon) na cama com outra, Devereaux apercebe-se que o sonho americano não passa de publicidade enganosa na lombada da caixa dos cereais. Devereaux pega no Cadillac azul, nos seus dois filhos, George (Logan Lerman) e Robbie (Mark Rendall), e faz-se à estrada. A ideia é encontrar um solteiro abastado, e refazer a vida o mais rapidamente possível. Contudo, nem os atributos de Devereaux são os que já foram, nem os homens interessantes e disponíveis existem em maior número do que os fracassados e engatatões. A persistência e orgulho da mãe acabam por influenciar as aspirações do entusiasta Robbie, que cada vez mais acha que a sua vida deve ser passada num palco, e George, um observador minucioso que espera um dia vir a ser escritor. A odisseia leva o trio familiar de Nova Iorque a Boston, Pittsburgh e Los Angeles. No final, as escolhas impulsivas e as personagens bizarras com que se depararam pelo caminho, levarão a uma revelação surpreendente. O futuro não precisa de ser aquele que foi imaginado. Nos Estados Unidos, o filme tem estreia limitada marcada para 21 de Agosto.

Bruno Ramos

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