Deuxieme


segunda-feira, setembro 07, 2009

Capitalism: A Love Story.

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Outro que por aí anda a fazer as delicias dos venezianos, e dos que não o são mas que, por estes dias, também param em terras e águas venezianas é Capitalism: A Love Story. Numa altura em que os norte-americanos se pelam a argumentar a implementação de um Plano Nacional de Saúde, o novo de Michael Moore promete acalorar ainda mais discussões, já de si pouco de arejadas. É que é um mofo que não se pode. Agora, já Patton dizia “Quando todos pensam da mesma maneira, alguém não está a pensar”. Saúde-se, pois então, a divergência intelectual. Capítulo em que Moore sempre foi rei e senhor. O novo documentário de Michael Moore parece ter encontrado novamente o centro nevrálgico do tópico em análise, e deixado o pobre espectador a contorcer-se na cadeira com aquelas dúvidas para as quais nunca há resposta fácil.

Xan Brook, que afirma ter apreciado ainda mais Fahrenheit 9/11, escreveu no Guardian.

The big villain, of course, is capitalism itself, which the film paints as a wily old philanderer intent on lining the pockets of the few at the expense of the many. America, enthuses a leaked Citibank report, is now a modern-day “plutonomy” where the top 1% of the population control 95% of the wealth. Does Barack Obama’s election spell an end to all this? The director has his doubts, pointing out that Goldman Sachs – depicted here as the principal agent of wickedness – was the largest private contributor to the Obama campaign”.

Leslie Felperin, da Variety, vai mais longe. Considera este um dos melhores trabalhos de Moore.

By returning to his roots, professional gadfly Michael Moore turns in one of his best films with “Capitalism: A Love Story.” Pic’s target is less capitalism qua capitalism than the banking industry, which Moore skewers ruthlessly, explaining last year’s economic meltdown in terms a sixth-grader could understand. That said, there’s still plenty here to annoy right-wingers, as well as those who, however much they agree with Moore’s politics, just can’t stomach his oversimplification, on-the-nose sentimentality and goofball japery. Whether “Capitalism” matches “Fahrenheit 9/11″ or underperforms like Sicko” will depend on how much workers of the world are ready to unite behind the message”.

Será um Inverno quente em Washington D.C..

Bruno Ramos

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