Deuxieme


terça-feira, setembro 29, 2009

Distribuidora para That Evening Sun.

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Mais uma vez, somos obrigados a falar de That Evening Sun pelos melhores motivos. No inicio de mais uma temporada de prémios, muitos são os nomes que se acotovelam para ganhar melhor posição. Não tenhamos ilusões. A campanha já começou e é nesta altura que importa lançar os alicerces de qualquer buzz que se preze. E, ao que parece, That Evening Sun tem seguido a agenda ideal. O filme de Scott Teems tem sido um bom menino, e passado por alguns festivais importantes. Nestes certames não tem feito menos que impressionar. Na maioria deles, arrecada troféus. A mala do carro de Teems, consta, já não chega para todos. A saber, aqueles que lhe foram atribuídos:

Atlanta Film Festival – Jury Award,
Nashville Film Festival – Audience Choice Award,
Newport International Film Festival – Special Jury Award e Student Jury Award,
SXSW Film Festival – Audience Award e Special Jury Award,
Sarasota Film Festival – Audience Award.

Agora, isto de nada vale se uma distribuidora não se chegar à frente e disser Meus senhores, nós acreditamos no vosso potencial, e estamos dispostos a pagar uma pipa de massa para levar isto às salas. Não terão sido estas as exactas palavras da Freestyle Releasing, mas deve ter andado lá perto. O que importa relevar aqui é que um dos primeiros pequenos grandes filmes de 2009 conseguiu abrir uma porta e, a partir daqui, as possibilidades são infinitas. Sobretudo para Hal Holbrook. Ontem, Ryan Adams escrevia no Awards Daily:

Holbrook channels the loneliness of his Oscar-nominated turn in Into the Wild and adds layer after salty layer, creating a feisty protagonist we can adore one moment and pity in the next. His wrinkled visage sags with an old man’s bone weariness, while his shoulders carry the earned respect of a lifelong, successful farmer. Holbrook’s blue eyes alone hold acting classes: sparkling with Abner’s distinctively mischievous wit and intelligence; welling full of sadness, grief and regret; and icing over with a steely, mean determination to make things right at any cost. It’s a gravelly role Clint Eastwood might relish, and yet not play half as soulfully”.

Apesar da sua portentosa interpretação em Into the Wild, muitos foram ainda aqueles que ficaram surpreendidos pela sua nomeação aos Oscars. Não é de admirar. Para a maioria, Hal Holbrook soa a marca de pickles que vem com o sufixo & Sons atrás. E, nisto da Academia de Hollywood, o peso de um nome tem muito que se lhe diga. Num ano em que interpretações de colossos como Colin Firth, George Clooney, Matt Damon e Michael Sheen já foram atiradas para a fogueira, duvidamos que o desempenho de Holbrook resulte em algo mais do que meras faíscas. Mas, é esperar para ver.

Bruno Ramos

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