Deuxieme


quarta-feira, janeiro 27, 2010

The Runaways em Sundance.

Até ao momento, um dos títulos mais badalados a passar pelo Festival de Sundance, que está aí na berlinda até ao próximo dia 31, foi The Runaways. A exibição do filme, no passado Domingo, juntou uma pequena multidão que precisou somente de meia dúzia de minutos para deixar as primeiras impressões na web. Há umas décadas, a ideia inicial de Redford consistia num certame caseiro, acolhedor, capaz de deitar alguma luz sobre películas de difícil acesso ao comum dos mortais. Hoje, é ver a romaria de celebridades que se fazem ao indie por questões curriculares, enquanto, nos bastidores, se bebem chocolates quentes com contratos a bater nos milhões de dólares. Ora, levar Kristen Stewart, cara de uma saga tão lucrativa como Twilight, a um Festival que cada vez mais se confunde com uma qualquer parada de estrelas – não confundir forma com conteúdo –, só podia terminar neste alvoroço. Uma vez assente a poeira, podemos verificar que a película suscitou opiniões distintas. Houve quem gostasse até à quinta casa. Houve quem gostasse, só. E, como não podia deixar de ser, houve quem tenha dado o tempo por mal empregue. Jeff Wells, do Hollywood-Elsewhere, diz de sua justiça:

For the most part Floria Sigismondi’s The Runaways (Apparition, 3.19) is an absorbing, highly charged, better-than-average ’70s rock saga. I’m giving it a solid B. Maybe a B-minus. The reasons for the voltage are Kristen Stewart’s scrappy performance as Joan Jett, the Runaways co-founder who went on to become a solo rock legend in the ’80s, and Michael Shannon’s as L.A. rock impresario Kim Fowley. And the music, of course”.

Baseado no livro da vocalista Cherie Currie (Neon Angel), o biopic versa sobre o famoso grupo de rock feminino que lhe dá nome. Uma reflexão sobre as experiências de uma estrela da música em ascensão, em plena década de 70. Um manifesto anti-droga a ser entendido como sinal de alerta. Aqui fica o teaser trailer.

Apenas para concluir, duas notas sobre a fotografia que ilustra este texto. A primeira, que Kristen Stewart partilha do dom de Johnny Depp, conseguindo ser sexy mesmo quando tem aquele ar desgrenhado de quem acabou de acordar. A segunda, que ao lado de três pessoas maior de idade, Dakota Fanning já não é a mais baixa do grupo. Parece que podemos dizer que a actriz está a ficar… bué Dakota – a chamada piada homófona, pois funciona quer com Bué Dakota, quer com Buéda cota.

Alvy Singer

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1 Comments:

Anonymous Marta said...

Hum... interesting!

28 de janeiro de 2010 às 11:34  

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