Premiere__ Setembro de 2010

O principal destaque vai para o regresso de Julia Roberts como grande protagonista de um filme, o que, em boa verdade, já não acontecia desde "O SORRISO de Mona Lisa" em 2003. O título é "Comer Orar Amar" e no elenco de apoio estão ainda James Franco, Richard Jenkins, Viola Davis, Billy Crudup e Javier Bardem. São páginas para "devorar" que incluem entrevistas com Miss Roberts e Javier Bardem.
Ainda entre os filmes nas salas este mês, uma referência para "Entre Irmãos", de Jim Sheridan, com Jake Gyllenhaal, Natalie Portman e Tobey Maguire. É certo que estreou no dia 2, antes da nossa saída para as bancas, mas compensamos a diferença avançando já com uma entusiástica crítica e declarações de Natalie Portman, que por estes dias está a dar que falar no Festival de Veneza com "Black Swan", de Darren Aronofsky. Grande destaque também para "Cela 211": recordista de espectadores em Espanha, finalmente estreia este filme de Daniel Monzón com um gigantesco Luis Tosar. Na revista, a data anunciada é 23, mas a distribuidora atrasou uma semana e esperemos que fique por aí (ACTUALIZAÇÃO 13/09: a Atalanta Filmes adiou para... 28 de Outubro).
O espaço DVD abre com a edição de "Boogie Nights", um filme de Paul Thomas Anderson que precisa ser mais valorizado, mas como sempre, são muitos os lançamentos que merecem a nossa atenção neste espaço incontornável.
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5 Comments:
É uma pena a revista de Setembro só chegar agora. Mesmo assim vou continuar a comprá-la.
Mas este post... OK, o filme não era nada de jeito, mas não acham que deviam usar o nome correcto? Refiro-me ao "Regresso de Mona Lisa", que na verdade é "O Sorriso de Mona Lisa". Ou será que a Julia Roberts fez mais algum filme com Mona Lisa no título que eu desconheça?
Pa desculpem la mas este site ta muito fraco. Deviam dinamizar mais isto. Uma pessoa visita sites a serio como o da premiere ou o da empire ou o da totalfilm e ve trabalho. Uma pessoa vem aqui e nao tem nada. Por amor de deus por isso e que as vossas vendas nao saem da serpa torta. Deviam apostar mais no site e menos na conversa da chacha.
Joker. Isto não é um Site. Isto é um Blog. E neste momento limita-se a antecipar as capas. A verdade é que não estás nos EUA, onde tens uma população de mais de 300 milhoes de habitantes, ou seja um publico alvo muito maior que permite mais margens de lucro. Já deu para perceber que a Premiere não tem o capital humano necessário para isso tudo.
A única coisa que me deixa triste na revista é o facto de, por exemplo neste ultimo numero, ter apenas 5 criticas a filmes. Há jornais diários que tem mais criticas..
ouvi dizer que a direcção editorial da Premiere vai ser modificada.
será que quem vier de novo vai começar a ouvir os leitores?
http://cinemanotebook.blogspot.com/2010/09/duvida-semestral.html
Comprei a revista, mais uma vez, porque, apesar de todas as vicissitudes, é uma revista de cinema,portuguesa.
No entanto, este mês não pude deixar de ler a crónica do director com alguma tristeza e perplexidade.
O tom inflamado e completamente gratuito com que tece a sua argumentação parece "espingardar" contra diferentes alvos sem razão aparente, como se a opinião de uma pessoa tivesse que ser interpretada como verdade absoluta.
Não gostei de sentir que estava a ler uma revista, e a pagá-la, a qual me parecia não fomentar a livre partilha de opiniões e a riqueza artística do cinema, mas antes propagar caprichos editoriais e nichos cunho-vanguardistas.
Há coisas boas, evidentemente. Mas o equilíbrio, a ponderação e o respeito pelo trabalho e opiniões de outrem são competências cada vez mais basilares da sociedade moderna.
Se fazemos uma revista, é para os leitores e para quem aprecia cinema. Não é para satisfação do nosso umbigo num enaltecer do "não ficarmos parados e fazermos as coisas acontecer.
Foi um recado ridículo,inflamado e um pouco difamatório,que me pareceu querer atingir as críticas(que são ocultadas na revista,apenas figurando na pequena parcela reservada aos leitores elogios veementes ao novo conceito), e o trabalho efectuado anteriormente.
Nada tenho a ver nem com uma equipa nem com outra, mas acompanho desde o início a história da Premiere, como leitor assíduo, e ao desfolhar a revista do presente não sinto alma, chama, gosto ou investigação.
Sinto-a como um espaço de elites, orgulhosamente sós, que têm um brinquedo com o qual só elas querem e podem brincar. E que gostam de o mostrar aos outros, falando no quão espectacular é esse brinquedo, e como não ficaram parados a olhar para ele.
Pois olhem que há muito poucas pessoas que gostam desse brinquedo, logo a vontade de jogar com ele vai-se perdendo.
Mas como referi acima, há coisas positivas. Deixaram de existir os erros gramaticais, a secção de análise de dvd´s está muito boa, e até as críticas aos filmes em estreia melhoraram imenso.
Uma última nota. Desde o início da nova revista, 5 ou 6 páginas contêm informação de um dos livros do Mário Augusto. Não adiciona nada a revista, é informação que é reciclada, retirada de um contexto global (um livro). Embora sectorizada, deveria ter permanecido onde tivera sido planeada. Somente no livro do autor.
É a minha humilde opinião. Saliente-se o facto de nada ter contra a equipa que faz a revista actual. Partilho a minha opinião apenas como leitor assíduo.
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