Deuxieme


segunda-feira, dezembro 24, 2007

4 - Sozinho em Casa (1990).

Quando dizem aqui que o Rodolfo já fez algumas paragens, e aproxima-se o momento da sua chegada por estas bandas, convém apressar o passo, e passar ao número quatro desta lista. E, sobre este, quase tudo já foi dito. Que levante a mão aquele que nunca viu Sozinho em Casa.

Já falámos deste filme aqui, quando a quadra natalícia ainda não tinha começado. Na altura centrámos atenções nas repetidas transmissões que já vimos deste título nos canais de televisão, vezes e vezes sem conta. Hoje, o que é que poderemos acrescentar? Talvez que Sozinho em Casa seja um grande filme, noites de Natal aparte. Dizer que é apenas um bom filme para ver na época das festas, é diminuir uma obra de arte de dimensões bem jeitosas. Seria quase o mesmo que dizer que Apocalipse Now é um grande filme, sim senhor, mas que é ainda melhor de ver numa noite em que os Estados Unidos decidam invadir um país. É certo que o Sozinho em Casa tem outro sabor na noite de 24. Mas, a magia que ele carrega dentro de si, também tem isso de bom: fazer outro qualquer dia do ano parecer véspera de Natal.

No fundo, o filme de Chris Columbus antecipa o universo de Rowling. No entanto, Kevin (Macaulay Culkin), é o Harry Potter sem os truques, os pozinhos mágicos e os encantamentos em latim. Kevin é o pequeno herói que todos podemos ser. Aliás, este é o filme ideal para os pais mostrarem aos filhos antes de os deixarem a tomar conta da casa pela primeira vez. De certeza que o receio dará lugar a mangas arregaçadas e a um espírito alerta capaz de derrubar qualquer patife. Este filme é pior que pacotes de açúcar para os miúdos. E, se graúdos resolverem acompanhar os mais pequenos neste visionamento, seguramente darão o tempo por bem empregue. Faz-nos lembrar de coisas importantes, caneco. Como, por exemplo, que uma tarântula à solta dá sempre mais jeito do que uma tarântula enclausurada.

A Prenda no Sapato: Macaulay Culkin. Um pequeno grande actor, que prometeu aqui ser uma das maiores estrelas de Hollywood. Até hoje, continuamos à espera de algo que reavive a sua carreira. Até que esse dia chegue, se é que alguma vez chegará, temos sempre este filme (e a sequela bem conseguida) para rir um bom bocado.

Alvy Singer

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