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Picasso continua a ser o único artista a ter visto uma obra sua no Museu do Louvre. No capítulo dos tributos, a pressa não costuma estar na ordem do dia. Um qualquer gene ainda por identificar deve ser responsável por esta demora em reconhecer o valor alheio. No entanto, um outro gene, quiçá no mesmo cromossoma, deve ser igualmente a causa desta celeridade de caricaturar terceiros, segundos e primeiros. Fosse George W. Bush um valente abstraccionista, com uma predisposição inigualável para romper barreiras, a ver se alguém ousava falar em homenagens, ou representações da sua existência. Agora, como o homem é um manancial de gaffes e não dá um passo em frente sem dar dois atrás, centenas de livros já se escreveram, e aí está o primeiro filme. Com isto tudo, até parece que não queremos a chegada do próximo título de Oliver Stone. Como diria o caríssimo W., Make no mistake, nós queremos.
Bruno Ramos
Etiquetas: Josh Brolin, Oliver Stone, Rachel McAdams, W.
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