Deuxieme


terça-feira, fevereiro 02, 2010

Há mais azul para além de Avatar.

Se, marcar presença no Festival de Sundance já é motivo de orgulho, sair de lá com meia dúzia de elogios no bolso, melhor ainda. Apesar de não ter arrecadado qualquer galardão, Blue Valentine passou com distinção pelo certame que elegeu Winter’s Bone (Debra Granik) e o documentário Restrepo (Sebastian Junger and Tim Hetherington) como os grandes vencedores. A estreia de Derek Cianfrance parece ter corrido bem, e a Weinstein Co. não demorou a deitar-lhe a mão. A compra foi oficializada no passado Domingo, poucos dias depois de terem começado a chover aplausos às interpretações de Ryan Gosling e Michelle Williams. Na pele de um casal à beira da ruptura, a dupla de protagonistas conduz-nos pelas atribulações de um romance perdido. Na esperança de salvar o seu casamento, Cindy (Williams) e Dean (Gosling) decidem passar uns tempos num hotel. Quebrar a rotina. Quando os vemos, anos antes, no inicio da sua relação, percebemos que os sonhos e paixões de outrora rumaram para paragem incerta. Agora, é certo que houve quem o apelidasse de entediante. Contudo, no que respeita às interpretações, as opiniões não diferem muito. Diz Duane Byrge, do Hollywood Reporter:

Fortunately, the performances are fleshed out and telling. Gosling layers his character's charm with an eruptive and credible anger. In his down-spiraling antics and tantrums, he is understandable and sympathetic. Williams stirs her performance splendidly: Her contained actions powerfully reveal the despair and hopelessness of a woman who was once a vibrant bride”.

Mais entusiasta, Owen Gleiberman, da Entertainment Weekly.

With stars like Ryan Gosling and Michelle Williams giving performances that sear, delight, and break your heart, it would be sheer madness if this movie languished — and, frankly, it won’t happen. But I think what people are really asking is a question about the audience: How many moviegoers today, even those who seek out independent films, are going to want to spend two hours tasting the bittersweet vibe of this sad, troubled marriage?”.

No entanto, nada como ouvir uma breve descrição da boca de quem o escreveu. Aqui ficam as palavras de Cianfrance sobre este título. Para quem não tiver paciência de ver o vídeo, o cineasta resume bem as coisas. It’s about love and hate. Fighting and fucking. Convenceu-nos.

Bruno Ramos

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