Annie Awards.
 Por esta é que não esperávamos. Kung Fu Panda deu um golpe… de Kung Fu, a Wall-E, e todos os restantes, na edição dos Annie Awards. O filme de Mark Osborne e John Stevenson bateu, inclusive, o recorde de nove estatuetas de Ratatouille. Com dez galardões, Kung Fu Panda só perdeu em categorias que também ganhou. Isto é, só em categorias onde tinha mais de uma nomeação. O filme de Andrew Stanton, por sua vez, saiu de mãos a abanar. Estamos em crer que, a 22 de Fevereiro, o filme da Pixar sorrirá por último, e melhor. No entanto, não deixa de ser espantoso que, a menos de um mês dos Oscar, depois de Wall-E já ter ganho em alguns círculos de críticos o título de Melhor Filme do ano, Kung Fu Panda limpe os prémios mais importantes do mundo da animação. Desde 2001, ano em que Academia de Hollywood instituiu a categoria de Melhor Filme de Animação, apenas por uma vez os dois vencedores não coincidiram. Em 2006, os Annie foram atrás de Cars. A AMPAS de Happy Feet. Esperemos que este ano, mais uma vez, a Academia escolha com prudência. Aqui fica a lista completa com os nomeados e vencedores dos Annie Awards deste ano. Bruno Ramos Etiquetas: Kung Fu Panda, Wall-E
Na ponta da língua.
 Por estes dias, os centros comerciais, atulhados de destemidos viajantes à procura do presente de Natal ideal, são um recreio para a vista e, porque não, audição. Aquilo que se vê. Aquilo que se ouve. Não lembra, nem ao menino Jesus – que, a propósito, ao ter vindo a este mundo há uns anos valentes, jamais pensaria que isso se traduzisse, séculos mais tarde, em mãos cheias de sacos e um Ferrero Rocher a acompanhar. Agora, para quem visita regularmente os corredores da Fnac e Worten, é um fartote. De entre as várias barbáries já escutadas ao longo desta quadra, destacaria esta ouvida ontem. Proferida por uma jovem, ao passar pelo mais recente êxito da Dreamworks.
“Eles gozam ali com a paciência e a pachorra de um Panda, e o coiso de uma criança. Lindo”.
Poder argumentativo estarrecedor. Lúcido como água. É por essas e por outras que, quando visitar o Louvre, e der de caras com a Mona Lisa, tenciono ficar calado no meu cantinho.
Alvy Singer Etiquetas: Kung Fu Panda
Duas notícas a reter.
Duas notícias que me parecem importantes. A primeira, um pouco mais séria. A segunda, talvez a principal razão por detrás de um sono descansado esta noite. O primeiro destaque do dia vai então para o trailer de Kung Fu Panda (provavelmente a primeira vez na História que estas duas palavras se reúnem numa frase), o próximo filme de animação da Dreamworks, e que se seguirá a Bee Movie – A História de Uma Abelha –, que está mesmo aí ao virar da esquina. Agora, porque motivo é que este tema é relevante? Aparentemente, um filme de animação será inofensivo: toda a família gosta, apela-se aos valores, a diferença entre o bem o mal está escarrapachada do princípio ao fim e, quando o filme termina, ninguém pode dizer que não gostou. Ou, será que pode? Não pretendendo pintar aqui um cenário demasiado negro, a crença de que o estado de graça do cinema de animação já se esgotou, começa a ficar cada vez mais generalizada. E, pode ser só uma má impressão baseada num titulo melindroso e um trailer arrojado, mas não no bom sentido, parece-me que este Kung Fu Panda pode ser mais um passo em falso da animação por computador, onde Ratatuis, ao contrário do que pensávamos no inicio desta vaga, não existem aos pontapés. 
Relativamente ao segundo apontamento de reportagem, nem é preciso dizer muito. Basta mostrar esta imagem e dizer que as mais recentes declarações de Brett Ratner negam o seu envolvimento no remake de Escape From New York, essa obra de arte. O nome de Gerard Butler, como protagonista, continua a ser associado, embora ainda não passe de um rumor que carece de confirmação. Para já, há luz ao fundo do túnel. Um sorriso antes de dormir é o melhor remédio para acordar bem disposto. Alvy Singer Etiquetas: Escape From New York, Kung Fu Panda
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