Deuxieme


quarta-feira, dezembro 19, 2007

There Will Be Blood - Actores em discurso directo.

Apontado por muitos como o principal adversário de No Country For Old Men à consagração na próxima edição dos Óscares, There Will Be Blood é um filme que tem gerado enorme expectativa. Das coisas que já se leram sobre ele, sobre a fotografia sublime, sobre as interpretações de cortar a respiração de Daniel Day-Lewis e Paul Dano, das comparações com O Padrinho e Citizen Kane, por aí fora, tudo junto resulta numa mescla de curiosidade sem igual. A juntar a esta ideia, já há muito concebida, de que esta é uma obra obrigatória, estão estas entrevistas de Daniel Day-Lewis e Paul Dano. Parece que os dois andam à bulha no filme que se farta. E, até parece que gostaram da experiência.

Alvy Singer

Etiquetas: , ,

sábado, dezembro 01, 2007

There Will Be Blood - A banda sonora.

Imediatamente a seguir à banda sonora de Into The Wild, à responsabilidade de Eddie Vedder, esta outra de There Will Be Blood, afigura-se como o material mais aguardado do género. Isto porque Paul Thomas Anderson resolveu requisitar os serviços de Jonny Greenwood, guitarrista dos ímpares Radiohead. Esta não é a primeira vez que Greenwood colabora na banda sonora de um filme. Entre outros títulos, o músico já contribuiu com originais para Romeu + Julieta, Unfaithful, A Residência Espanhola. Para Harry Potter e o Cálice de Fogo, tocou enquanto membro do conjunto The Weird Sisters e, em Velvet Goldmine, enquanto membro do grupo The Venus in Furs. Em There Will Be Blood, o espectáculo é a solo. Mais uma categoria a ter em conta para este filme, quando chegar o dia das nomeações.



Alvy Singer

Etiquetas: ,

sábado, novembro 03, 2007

Dois trailers a abrir o apetite.

Depois do que se tem lido por toda a Internet sobre There Will Be Blood, nada mais resta fazer senão aguardar serenamente pela sua estreia. Ouve-se falar de ovações no final das sessões, de rasgados elogios à realização de Paul Thomas Anderson, que a interpretação de Daniel Day-Lewis deixará muitos colegas de profissão envergonhados, enfim, que isto é material de primeira água que não surge todos os anos. Verdade seja dita, creio ainda não ter visto uma única crítica negativa a esta obra. Nem uma. Se as expectativas criadas por este trailer se confirmarem, perceber-se-á porquê.

Sobre este, as coisas piam mais fino. Há muito que a opinião sobre um filme de Woody Allen deixou de ser consensual. Nem mesmo sobre Match Point o foi. Por estes lados, o nome Alvy Singer até poderia ser apenas uma referência a um grande filme deste senhor. Mas não, é mesmo o afirmar definitivo que talvez esse título tenha sido o expoente máximo de uma carreira que, anualmente, vai consolidando a marca indelével que Allen deixará na sétima arte. Este filme, como os próximos que realizará, até poderá ser muito fraquinho. Mas, seguramente lá estarei para ver todos eles. O ano cinematográfico já não faz sentido sem um mau filme de Colin Farrell e um qualquer filme de Woody Allen. Esperem, Farrell entra aqui… Querem ver que está tudo estragado? Aqui fica o mais recente trailer de Cassandra’s Dream.

Alvy Singer

Etiquetas: ,

segunda-feira, outubro 22, 2007

Dois filmes, dois pósteres.

Aqui, não há muito para dizer. É mostrar as imagens e a arte do poster faz o resto. Talvez seja pertinente, no entanto, partilhar aqui uma dúvida que há algum tempo me acompanha. No caso de Beowulf, qual a será a principal motivação da maioria dos cinéfilos para ver este filme no grande ecrã. Será que é por ser um filme de Zemeckis? Ou será que é por causa de Anthony Hopkins? Talvez a técnica de filmagem. Angelina Jolie, alguém? Quer dizer, a história também é uma hipótese.

Quanto a este outro, bom… é melhor não dizer mesmo nada, tantas são as expectativas criadas. Mais vale fingir que não se diz por aí que este é o melhor filme do ano, trinta por uma linha, que é das maiores pérolas dos últimos tempos, com uma interpretação soberba de Daniel Day-Lewis, e tal. Basta, por enquanto, pensarmos que é um bom filme, sim senhor. Mas, disso já estávamos à espera.


Alvy Singer

Etiquetas: ,

domingo, setembro 30, 2007

Um triunfo para Paul Thomas Anderson?

Dois filmes, duas motivações. Curioso como as reacções que nos vão chegando, influenciam, ao mesmo tempo, a vontade que temos em ver determinado filme. Dá que pensar. Se não existissem visionamentos para algumas minorias antes da distribuição generalizada, as coisas seriam bem diferentes. Há um ano, se calhar, ninguém teria ido ver Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos. Quer dizer, havia Alan Arkin, Toni Collette, Steve Carrell, Greg Kinear, mas, por si só, este não seria o mais apelativo dos elencos. Mesmo assim, com tudo aquilo que se falou, com a carrada de criticas positivas e com o fantástico boca-a-boca que se criou, o filme ainda passou ao lado de muito boa gente. Por isso mesmo, bem hajam todos aqueles que o viram primeiro e que fizeram questão de deixar bem vincado o quão bom este título era. É sempre bom quando desconhecemos por completo um projecto, até que ouvimos falar dele pela primeira vez quando alguém diz Epá, espera lá que está aqui qualquer coisa que vale a pena!, como já aconteceu este ano com Once e Juno, por exemplo.

No entanto, como em tudo, existe o reverso da medalha. Da mesma maneira que nos fiamos quando vamos à procura de uma boa surpresa ou apenas de uma confirmação, por muito que nos custe, não podemos deixar de ficar abananados quando contamos que um determinado filme seja alguma coisa de jeito, e depois vemos que a maioria não lhe acha grande espingarda. Até podemos continuar a querer vê-lo, mas não da mesma maneira.

É claro que existem excepções. Dê por onde der, há sempre alguém que nunca falha um Cronenberg, um Malick, um Payne ou um Polanski, e o entusiasmo é sempre o mesmo, antes da luz se apagar. Só depois é que a gente fala. No entanto, isto só funciona para aqueles actores, realizadores, argumentistas ou compositores dos quais somos realmente aficionados. Para aqueles que simplesmente admiramos, aquilo que se vai ouvindo é importante, parecendo que não.

Isto tudo para dizer que existem, neste momento, dois filmes extremamente convidativos, cujas recentes criticas vieram alterar a motivação para os ver. O primeiro, aumentando aquela que era já uma vontade desproporcional. O segundo, resfriando uma secreta ambição de encontrar aqui um concorrente à altura de American Gangster.

Parece então que o novo filme de Paul Thomas Anderson, There Will Be Blood, é tão bom quanto se pensava.

Seja no AICN, no Hollywood Reporter ou na Variety, de todo o lado chovem elogios ao realizador, a Paul Dano e, sobretudo, a Daniel Day-Lewis, que se assume assim como um forte candidato a tudo o que for prémio este ano. Há quem vaticine já algumas comparações a Citizen Kane. Mais pelo rumo da história e pelo relato de uma família corrompida pelo sonho americano. Comparar um filme à obra-prima de Orson Welles não deixa de ser um exercício assombroso. Só a audácia para o fazer, já é assinalável. Agora, sem dúvida nenhuma que isto significa uma corrida às bilheteiras quando o filme estrear.

Por outro lado, We Own The Night começa a levantar algumas questões, apesar das primeiras impressões negativas terem chegado logo de Cannes.

Até há bem pouco tempo, esta era uma aposta pessoal sem grande sustento. Um tiro no escuro. Confesso admirador do trabalho de Mark Wahlberg, ainda mais do de Joaquin Phoenix, e mais ainda do de Robert Duvall, isto tinha tudo para dar certo. Contudo, vêm agora dizer que o filme vale por Wahlberg, Phoenix e que se assemelha em muito aos policiais dos anos 70 sem, no entanto, acrescentar algo de novo. Ora, meus senhores, eu adoro policiais dos anos 70. Foi por isso que vim para casa com um sorriso nos lábios quando vi Zodiac. Mas, a indiferença com que tudo isto é dito, não deixa de abalar a confiança de um cinéfilo que depositava aqui algumas esperanças.

Resultado, se estrearem no mesmo fim-de-semana, verei primeiro There Will Be Blood.

Alvy Singer

Etiquetas: ,

terça-feira, setembro 11, 2007

O Poster de 'There Will Be Blood'

A maravilhosa arte do poster. Como uma imagem tão simples, pode ser tão poderosa e cativante ao mesmo tempo. Este é um dos filmes mais aguardados do ano. Paul Thomas Anderson é uma das principais razões por detrás desta impaciência. Paul Dano, outra das razões. Mas é Daniel Day-Lewis, esse homem danado para a representação, o maior responsável. A sua interpretação começa já a gerar aquele burburinho precoce das grandes conquistas. Veremos no que isto dá. Aqui fica mais uma face de sobriedade de um filme que promete estremecer a audiência.

Alvy Singer

Etiquetas:

quinta-feira, abril 26, 2007

16 - There Will Be Blood

Continuando a subir na lista dos filmes a descobrir em 2007, chegamos agora a There Will Be Blood. Porque é que este título consta de lista? Primeiro, porque é realizado por Paul Thomas Anderson, um senhor que desconhece o conceito de convencional (‘Formatado’ é mesmo a primeira palavra que associamos aos seus filmes…), e que já nos deu Boogie Nights – Jogos de Prazer (1997), Magnólia (1999) e Embriagado de Amor (2001), entre outros. A segunda razão é o elenco: como protagonista, Daniel Day-Lewis; como secundários, Paul Dano (o irmão de Breslin em Uma Família à Beira de Um Ataque de Nervos), e Ciarán Hinds (o excelente César de Rome). Terceiro motivo: a história. Da última vez que Daniel Day-Lewis desempenhou o papel de um maquiavélico sem escrúpulos, não só o filme ganhou com isso, como foi o que de melhor teve.

A saber então que o filme é baseado na obra Oil, escrita por Upton Sinclair, em 1927. O livro trata sobre a corrupção de membros do estado, a classe operária, e a rivalidade internacional dentro do negócio do petróleo. A história gira em torno de um brilhante empresário que trabalha a titulo individual na extracção de petróleo. Contudo, a simpatia do seu filho junto dos trabalhadores será o ponto de partida para uma acesa discussão entre senadores, velhos magnatas, evangelistas e estrelas de Hollywood, todos eles interessados numa fatia deste rico bolo. É fácil então antever uma história de ganância e podridão humana, típica dos filmes que se apressam a derrubar a ideia do sonho americano. Mas, com Anderson atrás das câmaras, será mesmo assim?

Alvy Singer

Etiquetas: , ,

Menu Principal

Home
Visitantes
Website Hit Counters

CONTACTO

deuxieme.blog@gmail.com

Links

Descritivo

"O blogue de cinema"

  • Estreias e filmes em exibição
  • Próximas Estreias
  • Arquivos

    outubro 2006 novembro 2006 dezembro 2006 janeiro 2007 fevereiro 2007 março 2007 abril 2007 maio 2007 junho 2007 julho 2007 agosto 2007 setembro 2007 outubro 2007 novembro 2007 dezembro 2007 janeiro 2008 fevereiro 2008 março 2008 abril 2008 maio 2008 junho 2008 julho 2008 agosto 2008 setembro 2008 outubro 2008 novembro 2008 dezembro 2008 janeiro 2009 fevereiro 2009 março 2009 abril 2009 maio 2009 junho 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 janeiro 2010 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011

    Powered By





     
    CANTINHOS A VISITAR
  • Premiere.Com
  • Sound + Vision
  • Cinema2000
  • CineCartaz Público
  • CineDoc
  • IMDB
  • MovieWeb
  • EMPIRE
  • AllMovieGuide
  • /Film
  • Ain't It Cool News
  • Movies.Com
  • Variety
  • Senses of Cinema
  • Hollywood.Com
  • AFI
  • Criterion Collection