Parece que hoje é dia São DiCaprio neste recanto da blogosfera. Depois do vídeo verde ao inicio da tarde, aqui ficam vinte imagens em alta resolução de Shutter Island – cortesia do Collider –, mais recente título do actor sob as ordens de Martin Scorsese, a estrear entre nós no próximo dia 22. Já que estamos com a mão na massa, o novo spot televisivo, chegado ao pequeno ecrã norte-americano esta semana.
Reza a lenda que o argumentista Robin Morningstar (Astroboy) foi ter com Jordan Mechner, autor da saga de videojogos Prince of Persia, e levou consigo um argumento para adaptar a história. O guião baseava-se sobretudo no primeiro capitulo do franchise lançado em 1989. Antes mesmo de a Disney se chegar à frente e ter adquirido os direitos, consta que o trabalho de Morningtar foi completamente ostracizado. Talvez Mechner tenha ouvido o tilintar de mais pilim lá ao fundo, e bateu com a porta a Morningstar. A verdade é que o filme de Mike Newell, focado no mais recente tomo Sands of Time, não terá uma única virgula do primeiro guião redigido a pensar na transposição das aventuras de Dastan para o grande ecrã. O argumento de Mornigstar – presunção e água benta... – continua na praça pública para quem o quiser apanhar. Assim como as mais recentes imagens da obra, disponibilizadas pela Empire. Ao vermos estas fotografias, Prince of Persia: The Sands of Time mais parece um primo afastado, filho de Alexandre (Oliver Stone) com Era Uma Vez no México (Robert Rodriguez). Agora, com que genes, esse é que é o busílis.
Depois do teaser lançado em Março, aí está o poster oficial de Shutter Island. A primeira conclusão que podemos tirar é que sol é coisa que não deve abundar para aqueles lados. Nada de muita luminosidade, não fossemos nós descobrir algo antes do tempo. A segunda conclusão, parece ser um sitio ventoso. Num local inóspito como este, o metro quadrado deve estar ao preço da chuva. Chuva essa que nos leva à terceira conclusão. Elevada pluviosidade. São Pedro deve estar sempre de costas para esta ilha. Agora, de tudo o mais relevante é o belo trabalho que parece estar aí para chegar de Martin Scorsese. O trailer, disponível há algum tempo, ajuda ainda mais a acreditar na concretização feliz da adaptação.
À primeira vista, este pode parecer o teaser poster de um qualquer filme baseado numa obra de Stephen King. Mas, não. Este é o teaser poster de Shutter Island – ou Ashecliffe, um dos nomes dado ao projecto em rodagem –, o próximo título de Martin Scorsese. De Shutter Island, espera-se uma película com acentuado teor noir. Este poster pisa terrenos mais rudes. Sobre o filme sabemos três coisas. A primeira, que tem um elenco do caneco. Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Bem Kingsley, Emily Mortimer, Michelle Williams, Max Von Sydow, Jackie Earle Haley, Patricia Clarkson e Elias Koteas. A segunda, que é um drama passado na década de 50, e relata a investigação do U.S. Marshall Teddy Daniels (DiCaprio), e o desaparecimento de um homicida de um hospital psiquiátrico. A terceira, que é um dos primeiros candidatos aos Oscars deste ano, mesmo sem se ter visto sequer uma única fotografia do filme.
O filme estreia apenas a 20 de Novembro, no entanto, nunca é cedo demais para despertar atenções para um dos títulos que mais murmúrios vai provocando em Hollywood. Sobretudo, pelos desempenhos do trio principal. Ben Kingsley, Penelope Cruz e Dennis Hopper, no pleno das suas capacidades, escreve-se do lado de lá do oceano.
Elegy, realizado pela espanhola Isabel Coixets, responsável por um dos segmentos de Paris Je T’aime, relata a relação apaixonada entre um reputado professor universitário, e uma jovem mulher cuja beleza o deslumbra e destabiliza, ao mesmo tempo. À medida que a afinidade entre ambos aumenta, aquela que era uma ligação meramente física e sexual transforma-se em algo mais. Erotismo quanto baste, e mentiras à discrição, Elegy promete espelhar as virtudes e defeitos por detrás de um rosto bonito. Aqui fica o red band trailer do filme.
Entre críticas mais positivas, e outras mais comedidas, destaque para as palavras simpáticas Leslie Felperin, na Variety.
“Perfs are beautifully in tune as scenes unfold in a series of near-musical dialogue duets, with Kingsley offering finely phrased arias of self-deprecation and despair. Despite the age difference, he and Cruz (who's never been better in English) look somehow chemically balanced and credible as a couple (…) Hopper takes a welcome break from the heavies and loonies of his late career to the sophisticate he's more like in real life, while the protean Sarsgaard is typically convincing as the uptight, conflicted Kenny.Craft contributions are unfussily pro. Pic strikes a slightly duff note, however, with the musical choices (Coixet also takes a music-supervisor credit), recycling two of cinema's most instrumental pieces: "Gnossiennes No. 3" by Eric Satie, and "Spiegel im Spiegel" by Arvo Part. A worldwide moratorium should be imposed on their use by any film for the next 50 years”.
Aqui fica uma cena do filme, recentemente dada a conhecer.