Deuxieme


terça-feira, março 31, 2009

Fantástico Mr. Anderson.

Wes Anderson está de volta em 2009. Agora, se nos Estados Unidos será preciso esperar até meados de Novembro para ver Fantastic Mr. Fox, a adaptação da obra de Roald Dahl, por cá, o título deverá chegar às salas só em 2010. Sejamos pacientes. É certo que aguardar pela primeira animação de Anderson tem o seu quê de inquietude. No entanto, até lá teremos certamente uns quantos teaser posters, trailers e clips desta história sobre uma raposa (Mr. Fox) que passa a vida a roubar três malditos agricultores, para nos entreter. Aliás, as festividades já começaram. Esta semana, o JoBlo deu a conhecer o logo oficial da obra. E, durante o fim-de-semana decorreram os primeiros test screens em Nova-Iorque. Duas críticas à pressão, na corrida pelas primeiras impressões, só têm a dizer bem. A primeira, do absolutepunk.net.

Fantastic Mr. Fox - 9/10. Ive seen many test screenings lately, and this by far was the best of them (others being Taking Woodstock & Assasination of High School President). It was a different company doing the test screening so there was no focus group after to talk of the movie…and they made me sign a contract saying that I wouldnt do what Im doing (reviewing the movie). But it was good! To me it was Watership Down + Wallace and Gromit + Wes Anderson = Fantastic Mr. Fox”.

A segunda, do RLMukForum.com.

I’m a big Wes Anderson fan as it is, and Fantastic Mr Fox is such a great story that it would be very hard to screw it up, but from what I’ve seen so far, he’s really done an incredible job. (…) The film was very good. Even on an ungraded film reel, it still looked absolutely fantastic. (…) I can’t wait to see the finished version, and neither should you”.

O filme conta com as vozes de George Clooney, Cate Blanchett, Bill Murray, Jason Schwartzman, Angelica Huston e Meryl Streep.

Bruno Ramos

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sexta-feira, março 27, 2009

Rendidos.

Guy Lodge, do In Contention, sempre se revelou um tipo prestável. E, com bom gosto. No entanto, antes de chegarmos a Lodge, temos de passar por Ryan Adams, do Awards Daily. Nesse templo da corrida a galardões da sétima arte, Adams transpôs para o blog, na passada quarta-feira, parte do press release da Universal com o elenco de Robin Hood, o próximo filme de Ridley Scott. Russell Crowe (Robin Hood), Cate Blanchett (Lady Marion), Vanessa Redgrave (Queen Eleanor of Aquitaine), Oscar Isaac (King John), Mark Strong (Sir Godfrey), Léa Seydoux (Princess Isabella), Scott Grimes (Will Scarlet) e Kevin Durand (Little John), são alguns dos nomes que por lá constam. Agora, enquanto Adams recorre a uma imagem de Redgrave para ilustrar o post, Guy Lodge opta por uma outra abordagem, seleccionando uma fotografia de Léa Seydoux. Logde relembra que a protagonista de La Belle Personne, de Christophe Honoré – filme do qual gostou bastante –, foi recentemente nomeada para o César de Actriz Mais Promissora. Sobre o seu desempenho, nada a apontar. O critico considera, aliás, que este poderá ser um caso merecedor do chavão Nasceu uma estrela. Não terá sido por dá cá aquela palha que Tarantino, exímio na arte do casting, terá também recrutado os seus serviços para Inglourious Basterds. Se nos lembrarmos que há três anos, uma actriz francesa deu um ar da sua graça num filme de Ridley Scott, e dois anos depois estava a ganhar um Oscar, a curiosidade ganha contornos de déjà vu. Uma coisa é certa. Nos próximos tempos, La Belle Persone estará no topo da lista dos visionamentos obrigatórios.

Bruno Ramos

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domingo, janeiro 18, 2009

Este filme acerta-nos mais do que 7 vezes.

Assim que o filme terminou, um jovem sentado na fila H, na sessão das 21 horas nos Cinemas do Colombo, na passada sexta-feira, pronunciou-se. É só um filme, assegurava ele à rapariga que, ao seu lado, tentava conter uma lágrima marota. Ora, com apenas quatro palavras é possível dizer-se uma mentira do tamanho do mundo. Onde este rapaz se engana é precisamente aí. Nunca é só um filme. Nunca. Em nenhuma circunstância, em nenhuma ocasião, em nenhum local, poderemos avançar com uma afirmação deste género. Já alguém afirmou que as verdades absolutas são apanágio dos idiotas. Talvez não sendo um idiota, esta é uma frase, pelo menos, de alguém que precisa de descobrir umas quantas obras da sétima arte. É certo que algumas não serão muito mais que isso. Já Freud dizia Por vezes, um charuto é apenas um charuto. Agora, a película de David Fincher jamais poderá ser reduzida a meramente um filme. No futuro, daqui a uns anos valentes, se alguém se perguntar que tipo de Cinema se fazia em 2008, e resolver pesquisar, esperamos que se depare com este conto. Curioso, deveras peculiar. Para Benjamin Button, o tempo anda para trás, tal e qual desejava o Monsieur Gateau. Logo na premissa, esta é uma obra que a distancia das demais. No conteúdo, mais ainda. Todo o filme parece um quadro. Fotografia, guarda-roupa, direcção artística, e montagem irrepreensíveis, conferem à obra um estilo singular, transversal a todos os elementos presentes. De Brad Pitt, vemos uma interpretação como nunca havíamos visto. A certa altura, alguém aludiu na audiência Agora é ele. É sempre ele. Já o poeta dizia O mundo exterior é como um actor no palco: Está lá, mas é outra coisa. E, se há coisa que Brad Pitt não é em Benjamin Button, é Brad Pitt. Cate Blanchett nunca é Cate Blanchett. Já David Fincher é David Fincher. Um realizador em constante renovação, que não se cansa de presentear-nos com obras que entram de uma assentada para a nossa filmografia ideal. O mais certo é O Estranho Caso de Benjamin Button ganhar alguns Oscar. Para não dizer bastantes. E, por esta altura, quando ainda falta ver alguns potenciais candidatos, apenas poderemos prever que, se tal acontecer, será bem provável que não nos faça grande confusão. Este é demasiado mágico para isso.

Bruno Ramos

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domingo, setembro 28, 2008

Little Benjamin.

Photobucket

Ryan Adams, do Awards Daily, considera que The Curious Case of Benjamin Button valerá, seguramente, uma nomeação a Cláudio Miranda aos Oscar deste ano. Melhor Fotografia é quase certo, escreve-se por lá. Mais, aposta num registo de 7-8 nomeações a toda a linha, para o novo filme de David Fincher. Apesar de algumas recepções menos calorosas aos primeiros vinte minutos dados a conhecer em Telluride, partilhamos este optimismo. E, avançamos Caracterização e Direcção Artística como as outras duas categorias mais prováveis. Guarda-Roupa e Banda Sonora vêm logo a seguir. A não ser que… ThePrestige. O trailer 2 como prova A da acusação, de que este será um dos melhores do ano.

Bruno Ramos

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quinta-feira, março 27, 2008

Estreias da Semana

NÃO ESTOU AÍ

O cinema é, como todas as artes, uma criação de risco. Por “risco” devo sublinhar todo o arrojo necessário que uma obra deve (ou devia) possuir para se elevar ou, no caso contrário, a falta do mesmo arrojo, que a condena a algo mediano ou mesmo medíocre. Estreia hoje, entre nós, um notável objecto cinematográfico, que nasce do desafio de um enorme risco artístico / pessoal / cultural. Não Estou Aí (I’m Not There no seu original) é o novíssimo filme de Todd Haynes, realizador de obras como Velvet Goldmine (fantástica incursão no mundo da perda de inocência, suspensa sobre o boom da cultura “glam-rock” dos anos 70) e Longe do Paraíso (uma revisitação surpreendente ao classicismo americano dos anos 50), e que se centra num dos maiores ícones da música e da América: o incontornável Bob Dylan.

Se o risco criativo da obra se apresenta já pela enorme complexidade da personagem e do seu peso e herança culturais, afirma-se de antemão que esta é a menor das questões. Haynes vai mais longe e dirige seis actores (Marcus Carl Franklin, Christian Bale, o recentemente falecido Heath Ledger, Cate Blanchett, Richard Gere e Ben Whishaw) no papel de Dylan, cada um representativo das múltiplas facetas deste lendário cantor e compositor, sejam elas de domínio público, privado e/ou fantasiado. Num espantoso mise en scène, Haynes desdobra Dylan no retrato único, onde realidade e fantasia se entrecruzam de forma brilhante, e confere-lhe um cunho biográfico alimentado tanto pela vida real de Dylan como pela sua imagem e histórias a si subjacentes, onde o mito popular e a iconografia se misturam com a veracidade de um homem de capacidades e maneiras tão exuberantes quanto extraordinárias.

Bob Dylan, poeta de intervenção que marcou gerações desde o início dos anos 60 até a actualidade, surge-nos através dos seus amigos (Joan Baez – famosa cantora - discretamente interpretada por Julianne Moore), dos seus fãs (equilibrados entre os que o contestam e os que o veneram), das mulheres da sua vida (onde Charlotte Gainsbourg brilha na pela de Claire) e sobretudo, pelo olhar de um país em plena (e constante) transformação: a América do Vietname, pós Geração Beat, adepta dos Blues, Jazz, do Rock e do Folk (onde Dylan se notabilizou primeiramente), onde o descrédito do poder político se aliava a problemas sociais como o racismo, a droga e a guerra.

Com um enorme poder e sensibilidade artística, Haynes leva-nos para uma viagem inesquecível às mais variadas facetas de um homem único, que travou lutas com a sua própria criação intelectual e o seu compromisso pessoal nas relações humanas que estabeleceu, minadas por um desejo de reclusão constante, de receios e de incompreensão. Oscilando entre um preto e branco magistral e uma cor tão resplandecente como a sua música, Haynes desdobra Dylan em seis corpos diferentes, numa realização estupenda possuidora de uma energia inventiva mas bem contida e devidamente medida para cada cena, em oposição ao formato videoclip que a sua anterior incursão musical (o já citado Velvet Goldmine, que este ano comemora já o seu décimo aniversário) adoptara.

Para além da visão de Haynes, a escolha deste improvável (mas grandioso) elenco é uma peça chave neste enorme labirinto humano, onde para além do destaque das prestações soberbas de Christian Bale (que simboliza Dylan no início da carreira e o mundo do folk, e mais tarde o “abraçar” a causa religiosa) e Heath Ledger (o seu lugar no cinema e a questão familiar centrada na sua mulher e filhas), existe uma “personagem” que vive por si só: Cate Blanchett revisita Dylan em ruptura com o folk e a guitarra acústica, ao aderir à sonoridade eléctrica e ao folk rock, enquanto é confrontado pelos seus fãs que se sentem traídos e ainda pela imprensa e as suas histórias. Blanchett reúne nesta interpretação algo de majestoso, de inigualável, de contornos formidáveis, que não se prendem somente com a questão de representar o sexo oposto, mas a juntar a isso se incluir um “acting” tão vivo e real do papel “do momento” em que ele vive, que faz desta sua interpretação, possivelmente, a melhor da sua carreira.

Contra todos os possíveis factores de criação versus realidade, a vida de Dylan está aqui, bem equilibrada entre verdades absolutas e um hipnótico mundo onírico. Importa ainda relembrar que, neste jogo de máscaras, a juntar a estes seis corpos, Haynes termina o filme com uma imagem do sétimo: o próprio Bob Dylan, que na verdade se chama Robert Allen Zimmerman. Pelos vistos, afinal, os disfarces começaram muito antes do filme, que é absolutamente obrigatório.

5 / 5


Outras Estreias:


NEVOEIRO MISTERIOSO

Frank Darabont (À Espera de Um Milagre) mergulha no cinema de terror, com um fabuloso filme impróprio para cardíacos, que conta a história de David Drayton (Thomas Jane) e o seu pequeno filho que se encontram, entre o largo grupo de habitantes da mesma vila (destaque para a brilhante Marcia Gay Harden), fechados na mercearia local cercada por uma neblina estranha, que esconde uma ameaça terrível. Contra todos os esforços, as resistências acabam por ceder – quer a nível “mutante” como humano, e a luta pela sobrevivência torna-se ainda mais difícil. Cruzando influências de filmes série B, com a lição de John Carpenter bem estudada, e fortemente apoiado no romance de Stephen King em que o argumento se baseia, Darabont fornece-nos duas horas de grande cinema, onde a condição humana e os fantasmas da América se debatem com estranhas criaturas mortíferas que tomam de assalto, sem razão aparente, o mais comum dos mortais. Hitchcock ficaria orgulhoso.

4 / 5


NUNCA É TARDE DEMAIS

Edward Cole (Jack Nicholson) é um executivo milionário que se cruza com Carter Chambers (Morgan Freeman), um mecânico de classe baixa, numa improvável slada de hospital. Unidos pelo fatal destino de uma doença terminal, decidem juntos passar o que lhes resta da vida a concretizar tudo aquilo que sempre desejaram mas não conseguiram. Nesta viagem de combate à tristeza, a realidade dos problemas pessoais de cada um cruza-se com própria celebração da vida e da aceitação do que cada pessoa é por si mesma. Num registo muito simpático, Nicholson e Freeman fazem uma dupla inteligente e apelativa, mas apesar da bondade da mensagem, a força do drama não consegue imperar sobre a moral já explorada e evidente com que o filme se alimenta, para além de sobreviver com uma realização mediana, desprovida de registos de interpretação que deixem marca, algo que dois gigantes como Nicholson e Freeman o sabem fazer sem qualquer tipo de esforço. Ainda assim é um objecto bem articulado, que cumpre aquilo que promete, de forma muito eficaz.

3 / 5


ENTREVISTA

O auto-destrutivo jornalista Pierre Peders (Steve Buscemi), experiente em política e situações de guerra, vê-se a braços com uma despromoção no seu serviço, que o leva, contra a sua vontade, a entrevistar a famosa estrela de séries de televisão Katya (Sienna Miller), e sob um aparente desinteresse entre ambos, estabelece-se uma curiosa relação de cumplicidade que se revela demasiadamente pessoal e… fatal. Baseado no filme de 2003 com o mesmo título, realizado por Theo Van Gogh - um jornalista assassinado em 2004 por um fundamentalista furioso com o visão do Islão que o cineasta mostrou num dos seus filmes – Buscemi, amigo e admirador de Van Gogh, revitaliza a obra anterior, com o mesmo argumento, e fornece-nos um verdadeiro tour de force, contado em 90 minutos e tendo como base o apartamento da actriz, onde cinema e teatro se encontram de forma graciosa, seja pela técnica artística ou pelo fantástico uso de máscaras entre os personagens. Um grande filme a ver, onde Sienna Miller revela porque é uma das grandes actrizes da actualidade.

4 / 5

Francisco Toscano Silva

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domingo, novembro 04, 2007

Um furacão chamado Cate Blanchett.

Não me parece correcta a perspectiva de um filme ser avaliado comparativamente a um outro. O valor de uma obra será sempre o seu valor, independentemente daquilo que a antecedeu ou daquilo que lhe sucederá. Até porque, e nisso creio que estaremos todos de acordo, o filme é avaliado sim, em função dos parâmetros que definem o que é, e o que não é, um bom filme. Certamente que todos reconheceremos a debilidade de dois títulos como Academia de Policia 7 – Missão em Moscovo ou A Máscara 2: A Nova Geração. Não era preciso existir um primeiro Academia de Policia ou um primeiro A Máscara, para que constatássemos estar na presença de dois filmes francamente maus.

É, sobretudo por esta razão, que optarei por não fazer qualquer referência a Elizabeth, à excepção desta única, que era indispensável para o efeito pretendido. Ao invés, preferirei falar apenas de Elizabeth – A Idade de Ouro, esse filme que ficou um pouco aquém das expectativas, embora o saldo seja extremamente positivo.

Sobretudo, nos aspectos técnicos. O filme prima por uma caracterização, um guarda-roupa, uma direcção artística, e uma fotografia acima da média. No entanto, naquilo que são as características mais intrínsecas da obra, aquilo que olhos não vêem, mas que a mente pressente, o filme não acerta totalmente no alvo. Se, do ponto de vista sensorial, o filme é um verdadeiro regalo, do ponto de vista emocional, a sensação é a de que, algures, um laço fica por criar com a história e as personagens.

A única com quem isso não acontece é a própria Elizabeth. É certo que tudo gira à volta dela mas, verdade seja dita, basta um olhar de Blachett para sentirmos que estamos na presença de uma verdadeira rainha. Mais, basta um olhar de Blanchett para sentirmos que estamos na presença de uma rainha que tem tudo de humana. Tristeza, medo, ambição, força, fraquezas, tudo. No entanto, com todas as outras personagens, até mesmo Walsingham (Geoffrey Rush) e Raleigh (Clive Owen), que vivem em demasia na sombra da soberana, ficamos a pensar como seria se lhes dessem mais alguns minutos para se mostrar.

Apesar de serem duas horas de entretenimento, e do bom, existe um travo amargo à saída. Será que é por o filme ser um drama profundo que, timidamente, aspira a uns momentos de acção? Embora o ritmo lento beneficie a trama até meio do filme, quando a Armada de Filipe de Espanha se aproxima da costa de Inglaterra, impunha-se uma outra abordagem de Shekar Kapur. Blanchett carrega muito nas suas costas, mas não consegue milagres. Inclusive, as cenas da batalha podiam ser mais conseguidas.

A reconstituição histórica é brilhante, não haja dúvidas. No entanto, só a espaços é que o argumento atinge níveis de qualidade refinada, o que é pena. Podíamos estar na presença de um grande filme mas, a bem ou a mal, estamos apenas na presença de um bom filme. E muito por culpa de Cate Blanchett. Depois do Francisco Silva ter afirmado aqui a presença de Jodie Foster no line-up de Melhor Actriz para os Óscares, agora é a vez de garantir que Blanchett será uma das outras quatro. Só ficam a faltar três.

Alvy Singer

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quarta-feira, setembro 19, 2007

I'm Not There - Novo poster.

Cate Blanchett corre o risco de se tornar na Helen Mirren deste ano. As suas interpretações em The Golden Age e I’m Not There têm-lhe valido os mais rasgados elogios da sua carreira. Este último até já lhe valeu uma Taça Volpi para Melhor Interpretação Feminina em Veneza. No mais recente poster disponibilizado de I’m Not There, a actriz volta a ser o centro das atenções. Ou será que este é mesmo Bob Dylan? Ah, isto da caracterização já não é como antigamente. Em jeito de curiosidade, aqui fica um podcast com o realizador do filme, Todd Haynes. Data de estreia para este filme é que nem vê-la.

Alvy Singer

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